Niño concentrado jugando con juguetes educativos de madera

Que brinquedos escolher para uma criança que se aborrece facilmente? 6 sugestões

08-05-2026 7 min
Se a criança perde rapidamente o interesse nos brinquedos, isso não significa necessariamente falta de atenção. Saiba o que procurar e conheça 6 sugestões da Wanifun para diferentes idades, interesses e formas de brincar.

Que brinquedos escolher para uma criança que se aborrece facilmente?

Em resumo: perder rapidamente o interesse num brinquedo não significa, por si só, que uma criança tenha dificuldades de atenção. O envolvimento na brincadeira varia com a idade, os interesses, a novidade, o nível de desafio e o contexto. Em geral, vale a pena procurar brinquedos adequados à fase de desenvolvimento, que deem à criança um papel ativo e lhe permitam construir, imaginar, enfiar, organizar, experimentar, seguir pequenos desafios ou descobrir novas formas de brincar.

Artigo desenvolvido por Tânia Caetano, Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga, Doutorada em Neuropsicologia.
Última revisão científica: agosto de 2026

Há crianças que pegam num brinquedo, exploram-no durante alguns minutos e passam rapidamente para outro. Mesmo quando têm várias opções disponíveis, parecem estar constantemente à procura de algo diferente.

Para mães e pais, é fácil pensar: “não consegue estar concentrado”, “não tem atenção” ou “aborrece-se com tudo”.

Mas o tempo que uma criança passa com um brinquedo, isoladamente, não permite concluir que exista uma dificuldade de atenção. Antes disso, importa olhar para aquilo que o brinquedo lhe permite fazer, para os seus interesses, para o nível de dificuldade e para o próprio contexto da brincadeira.

Escolha rápida: que brinquedo pode fazer sentido?

Não existe um único brinquedo adequado a todas as crianças. Se procura exemplos concretos, estas seis sugestões da Wanifun correspondem a diferentes idades, interesses e formas de brincar.

Para construir, empilhar e criar novas combinações

Blocos de Construção Safari

Small Foot · a partir dos 12 meses

Para enfiar, organizar e explorar pequenas peças

Contas para Enfiar Ovelha

Janod · a partir dos 2 anos

Para faz de conta, cuidado e criação de histórias

Boneca Rose

Lilliputiens · a partir dos 2 anos

Para imitar situações do dia a dia e inventar novas histórias

Piquenique dos Gatinhos

Djeco · a partir dos 18 meses

Para rotinas, sequências e autonomia

Kit Montessori

Omy · a partir dos 3 anos

Para desenho, sequência visual e pequenos desafios progressivos

Step by Step Babies & Co

Djeco · a partir dos 4 anos

Aborrecer-se depressa significa falta de atenção?

Não necessariamente. Uma criança perder rapidamente o interesse num brinquedo não é suficiente para concluir que tem uma dificuldade de atenção.

O envolvimento numa atividade varia de acordo com vários fatores, como o interesse, a motivação, a novidade, o grau de dificuldade, o cansaço, o estado emocional e aquilo que está a acontecer à volta da criança.

É por isso que uma criança pode abandonar rapidamente determinada atividade e, pouco depois, permanecer muito mais envolvida numa construção, num puzzle, num desenho ou numa brincadeira de faz de conta.

Quando existem preocupações persistentes com a atenção em diferentes situações do dia a dia, essa questão deve ser analisada de forma mais abrangente. O comportamento perante um brinquedo isolado não permite fazer essa avaliação.

Porque é que uma criança perde rapidamente o interesse nos brinquedos?

Existem várias razões possíveis. O brinquedo pode ser demasiado simples, demasiado difícil, pouco adequado aos interesses da criança ou oferecer poucas possibilidades de participação e exploração.

Em alguns casos, a criança percebe rapidamente tudo aquilo que o brinquedo lhe permite fazer. Noutros, a tarefa é tão difícil que a frustração surge antes da vontade de continuar.

Também pode acontecer que existam demasiadas opções disponíveis ao mesmo tempo, que a criança esteja cansada ou que aquele brinquedo simplesmente não corresponda aos seus interesses naquele momento.

Em vez de observar apenas quanto tempo a criança permanece com o brinquedo, pode ser útil perguntar:

  • o que é que a criança pode fazer com este brinquedo?
  • há mais do que uma forma de brincar?
  • existe alguma coisa para descobrir, organizar, construir ou resolver?
  • o nível de dificuldade está ajustado à criança?
  • é possível repetir a atividade introduzindo pequenas variações?
  • o brinquedo corresponde aos interesses atuais da criança?

Como escolher brinquedos para uma criança que se aborrece facilmente?

Procure brinquedos adequados à idade e aos interesses da criança, que impliquem participação ativa e ofereçam oportunidades de exploração, repetição, imaginação ou descoberta.

Dependendo da criança, podem ser interessantes brinquedos de construção, atividades de enfiamento, propostas de desenho, jogos de faz de conta ou atividades em que seja necessário seguir pequenos passos.

Ao escolher um brinquedo, procure perceber se:

  • a criança tem um papel ativo na brincadeira;
  • a dificuldade está ajustada à idade e às capacidades atuais;
  • é possível experimentar e tentar novamente;
  • o brinquedo oferece diferentes possibilidades de utilização;
  • convida a construir, imaginar, organizar, explorar ou resolver pequenos desafios;
  • faz sentido para os interesses da criança.

Importa fazer esta distinção: um brinquedo não é uma intervenção clínica e não existe fundamento para afirmar que determinado produto, isoladamente, “desenvolve a atenção”, “treina o cérebro” ou melhora uma função cognitiva específica. O que um brinquedo pode fazer é criar uma situação de brincadeira em que a criança utiliza determinadas competências.

A atenção da criança depende do interesse?

O interesse e a motivação podem influenciar bastante o envolvimento da criança numa atividade, embora a atenção não dependa apenas destes fatores.

Quando uma atividade desperta curiosidade e continua a oferecer alguma coisa para descobrir, a criança pode ter mais motivos para continuar a explorar.

Num estudo com 102 crianças de 4 anos, realizado através de uma tarefa num ecrã tátil, as crianças tendiam a escolher atividades que eram mais novas e aquelas em que estavam a fazer maior progresso na aprendizagem. [1]

Este estudo não avaliou brinquedos e não permite concluir que a novidade, por si só, mantém uma criança concentrada. Mostra, no entanto, que a novidade e a possibilidade de continuar a aprender podem contribuir para orientar a exploração infantil.

Mais luzes, sons e estímulos fazem um brinquedo melhor?

Não necessariamente. A quantidade de estímulos de um brinquedo não determina, por si só, a qualidade da brincadeira nem aquilo que a criança pode aprender com a experiência.

Um brinquedo com luzes, sons ou respostas automáticas pode ser divertido e adequado em determinadas situações. Mais importante do que contar estímulos é perceber qual é o papel da criança.

Precisa de escolher? Explorar? Imaginar? Construir? Descobrir como algo funciona? Resolver um pequeno problema? Criar uma história?

Materiais mais abertos podem permitir diferentes utilizações. Uma revisão da literatura sobre brincadeira com materiais abertos encontrou relações promissoras com áreas como a resolução de problemas e o pensamento divergente, embora os autores também salientem limitações na evidência disponível. [2]

Qual deve ser o nível de dificuldade de um brinquedo?

O brinquedo deve ser suficientemente acessível para a criança conseguir participar, mas pode incluir algum desafio que a convide a experimentar, ajustar aquilo que fez e voltar a tentar.

Se uma atividade for demasiado simples para aquela criança, pode tornar-se rapidamente previsível. Se for excessivamente difícil, a frustração pode surgir antes de a criança conseguir explorar a proposta.

Isto não significa que todos os brinquedos tenham de apresentar desafios. O brincar livre, o jogo simbólico e a repetição também têm valor.

Quando existe um pequeno desafio ajustado à criança, a atividade pode envolver competências como persistência, planeamento, flexibilidade e resolução de problemas.

Ter demasiados brinquedos disponíveis pode dificultar o envolvimento na brincadeira?

Em crianças pequenas, a quantidade de brinquedos disponíveis ao mesmo tempo pode influenciar a forma como exploram e se envolvem na brincadeira.

Num estudo experimental com crianças entre os 18 e os 30 meses, quando estavam disponíveis quatro brinquedos em vez de dezasseis, as crianças permaneceram mais tempo com cada brinquedo e exploraram-no de formas mais variadas. [4]

Esta relação também foi observada na interação entre adultos e crianças. Num estudo com bebés de 12 meses e as suas mães, as situações com cinco brinquedos, em comparação com doze, estiveram associadas a períodos de atenção conjunta mais prolongados e a interações mais coordenadas entre mãe e bebé. [5]

A investigação sobre o desenvolvimento da atenção durante a brincadeira mostra ainda que a capacidade de manter uma atenção mais focada e lidar com distrações muda significativamente ao longo dos primeiros anos de vida. [6]

Na prática: ter muitos brinquedos não é necessariamente melhor. Quando estão demasiadas opções disponíveis, algumas crianças podem ter menos oportunidade de explorar cada uma com profundidade. Uma forma simples de organizar o ambiente é deixar uma seleção mais pequena visível e ir alternando os brinquedos ao longo do tempo.

Isto não significa que exista um número ideal de brinquedos para todas as crianças. Significa que a forma como os brinquedos são apresentados também faz parte da experiência de brincar.

O adulto pode ajudar a criança a manter-se envolvida na brincadeira?

Sim. A presença e a atenção do adulto podem influenciar a forma como uma criança pequena se envolve com os objetos durante a brincadeira.

Num estudo com bebés de 12 meses, a atenção visual aos objetos foi mais prolongada durante a brincadeira conjunta com um adulto do que durante a brincadeira a solo. Os períodos de desatenção também foram menos frequentes e mais curtos. [7]

Isto não significa que o adulto tenha de dirigir a brincadeira ou mostrar constantemente à criança o que fazer. Muitas vezes, pode ser suficiente acompanhar aquilo que despertou o interesse da criança, comentar, fazer uma pergunta simples ou introduzir uma pequena possibilidade nova.

Um bom brinquedo oferece possibilidades. A forma como a criança e o adulto entram na brincadeira pode ajudar essas possibilidades a crescer.

Que relação existe entre brincar e funções executivas?

Em determinadas brincadeiras, a criança utiliza competências relacionadas com as funções executivas, como manter informação em mente, controlar uma resposta, adaptar uma estratégia ou organizar passos para atingir um objetivo.

Construir segundo uma ideia, seguir uma sequência, esperar antes de agir, corrigir um erro ou experimentar uma estratégia diferente podem envolver memória de trabalho, controlo inibitório, flexibilidade cognitiva e planeamento.

Uma revisão sistemática de 85 estudos sobre intervenções dirigidas à autorregulação e às funções executivas em idade pré-escolar encontrou evidência mais consistente em algumas abordagens que incluíam, entre outros elementos, brincadeira mediada, movimento e desafio cognitivo. [3]

Isto não significa que comprar um determinado brinquedo melhore automaticamente as funções executivas. Significa que algumas experiências de brincadeira criam contextos em que determinadas competências são necessárias e utilizadas.

Como selecionámos estas 6 sugestões?

As sugestões deste artigo foram escolhidas para representar diferentes idades e formas de brincar. Não correspondem a uma lista dos “seis melhores brinquedos” para todas as crianças.

Idade recomendada

Considerámos a idade mínima indicada para cada produto.

Participação ativa

Procurámos atividades em que a criança tenha algo para fazer, decidir, explorar ou criar.

Possibilidade de voltar a brincar

Valorizámos brinquedos que permitam repetir, variar ou criar novas situações.

Diferentes interesses

Incluímos construção, motricidade fina, faz de conta, rotinas e desenho.

A melhor escolha continua a ser aquela que faz sentido para a criança concreta, para a sua idade e para aquilo que genuinamente desperta a sua curiosidade.

6 brinquedos da Wanifun para crianças que gostam de pensar, criar e descobrir

Se procura um brinquedo educativo para uma criança que perde rapidamente o interesse, estas seis opções oferecem experiências muito diferentes. A melhor escolha depende menos de encontrar “o brinquedo perfeito” e mais de perceber que tipo de brincadeira prende naturalmente a curiosidade daquela criança.

Blocos de Construção Safari da Small Foot disponíveis na Wanifun
Construção

Small Foot · a partir dos 12 meses

Blocos de Construção Safari

São 50 peças de madeira, com diferentes formas, cores, figuras de animais e elementos de safári, para empilhar, encaixar, organizar e transformar em construções próprias.

Ideal para crianças que gostam de: construir, empilhar, experimentar combinações e inventar cenários.

Porque pode manter o interesse: não existe uma única forma certa de brincar. A criança pode criar uma construção diferente, usar os animais numa história, desmontar tudo e começar novamente.

Competências utilizadas na brincadeira:

Planeamento Coordenação visuomotora Organização espacial Imaginação
Ver Blocos de Construção Safari →
Contas para Enfiar Ovelha da Janod disponíveis na Wanifun
Motricidade fina

Janod · a partir dos 2 anos

Contas para Enfiar Ovelha

O conjunto inclui 11 peças de madeira, nove ovelhas, um cão pastor e uma casinha, além de dois fios com pontas rígidas para facilitar o enfiamento.

Ideal para crianças que gostam de: enfiar, organizar, repetir ações e brincar com pequenas figuras.

Porque pode manter o interesse: combina uma atividade mais estruturada, enfiar e organizar as peças, com uma possibilidade mais livre, usar as personagens para inventar histórias na quinta.

Competências utilizadas na brincadeira:

Atenção Motricidade fina Coordenação visuomotora Planeamento
Ver Contas para Enfiar Ovelha →
Boneca Rose da Lilliputiens disponível na Wanifun
Faz de conta

Lilliputiens · a partir dos 2 anos

Boneca Rose

A Rose tem 36 cm, pode ser vestida e despida, tem uma fralda para trocar e uma chupeta magnética, elementos que permitem recriar diferentes situações de cuidado.

Ideal para crianças que gostam de: bonecas, cuidar, imitar situações familiares e inventar histórias.

Porque pode manter o interesse: a brincadeira não termina quando a criança percebe como a boneca funciona. Pode vesti-la, cuidar dela, levá-la a passear, adormecê-la e criar uma história diferente em cada momento.

Competências utilizadas na brincadeira:

Jogo simbólico Linguagem Imaginação Motricidade fina
Ver Boneca Rose →
Piquenique dos Gatinhos da Djeco disponível na Wanifun
Jogo simbólico

Djeco · a partir dos 18 meses

Piquenique dos Gatinhos

Um conjunto de piquenique em madeira para preparar, servir e partilhar uma refeição imaginária, com diferentes peças que recriam situações conhecidas do dia a dia.

Ideal para crianças que gostam de: brincar às refeições, imitar os adultos, organizar pequenas sequências e fazer de conta.

Porque pode manter o interesse: não existe uma sequência única. Hoje pode ser um piquenique, amanhã um almoço para os bonecos e depois uma refeição preparada para a família. O cenário muda com a imaginação da criança.

Competências utilizadas na brincadeira:

Pensamento simbólico Imaginação Planeamento Motricidade fina
Ver Piquenique dos Gatinhos →
Kit Montessori da Omy disponível na Wanifun
Rotinas e autonomia

Omy · a partir dos 3 anos

Kit Montessori

Inclui 42 peças reutilizáveis em velcro e 10 atividades ligadas a rotinas como escovar os dentes, vestir-se e pôr a mesa.

Ideal para crianças que gostam de: atividades estruturadas, rotinas, associações e pequenas sequências.

Porque pode manter o interesse: as 10 atividades introduzem diferentes situações e as peças podem ser retiradas, recolocadas e combinadas novamente, permitindo voltar ao kit de formas diferentes.

Competências utilizadas na atividade:

Autonomia Sequenciação Planeamento Memória de trabalho
Ver Kit Montessori →
Step by Step Babies & Co da Djeco disponível na Wanifun
Desenho e sequência

Djeco · a partir dos 4 anos

Step by Step Babies & Co

Inclui 24 cartões ilustrados com desenhos passo a passo, um quadro branco reutilizável, um marcador apagável e um pano de limpeza.

Ideal para crianças que gostam de: desenhar, seguir pequenos desafios visuais e repetir até conseguirem o resultado que procuram.

Porque pode manter o interesse: os 24 cartões introduzem novos desafios à medida que a criança avança. Como pode apagar e recomeçar, o erro não termina a atividade e cada tentativa abre espaço para experimentar novamente.

Competências utilizadas na atividade:

Atenção Sequenciação Coordenação visuomotora Motricidade fina
Ver Step by Step Babies & Co →

Perguntas frequentes sobre brinquedos para crianças que se aborrecem facilmente

Qual é o melhor brinquedo para uma criança que se aborrece facilmente?

Não existe um único brinquedo que seja o melhor para todas as crianças. Procure uma opção adequada à idade, aos interesses e à forma como a criança gosta de brincar. Se gosta de construir e experimentar combinações, os Blocos de Construção Safari são uma possibilidade. Se prefere enfiar, organizar pequenas peças e alternar entre uma atividade estruturada e o faz de conta, as Contas para Enfiar Ovelha oferecem uma experiência diferente.

Que brinquedos podem ajudar uma criança a praticar a atenção?

Não existe um brinquedo que, isoladamente, desenvolva ou trate a atenção. No entanto, atividades em que a criança precisa de observar, enfiar, seguir pequenos passos ou manter-se envolvida numa ação podem criar oportunidades para utilizar a atenção. Na Wanifun, as Contas para Enfiar Ovelha, a partir dos 2 anos, e o Step by Step Babies & Co, a partir dos 4 anos, são dois exemplos com características diferentes.

Que brinquedo escolher para uma criança de 2 anos que se aborrece facilmente?

Aos 2 anos, procure sobretudo atividades adequadas à fase de desenvolvimento e aos interesses da criança. As Contas para Enfiar Ovelha, da Janod, combinam enfiamento e faz de conta. A Boneca Rose, da Lilliputiens, permite criar diferentes situações de cuidado. Para crianças que gostam de construir, os Blocos de Construção Safari são indicados a partir dos 12 meses.

Que brinquedo escolher para uma criança de 3 anos?

A melhor escolha continua a depender dos interesses da criança. Para crianças que gostam de rotinas e pequenas sequências, o Kit Montessori, da Omy, é indicado a partir dos 3 anos e inclui 10 atividades reutilizáveis. Construção, faz de conta e atividades de motricidade fina continuam também a ser opções interessantes quando correspondem ao perfil da criança.

Que brinquedo escolher para uma criança de 4 anos que perde rapidamente o interesse?

Aos 4 anos, algumas crianças já apreciam pequenos desafios progressivos. O Step by Step Babies & Co, da Djeco, inclui 24 cartões com sequências visuais para desenhar e permite apagar e recomeçar. Para crianças que preferem brincadeira livre, construções e faz de conta continuam a oferecer muitas possibilidades.

Que brinquedos escolher para uma criança que gosta de construir?

Brinquedos que permitem empilhar, desmontar, combinar peças e criar algo diferente em cada brincadeira podem ser especialmente interessantes. Os Blocos de Construção Safari, da Small Foot, incluem 50 peças e permitem diferentes construções e cenários.

Que brinquedos escolher para uma criança que gosta de faz de conta?

Bonecas e conjuntos que permitem recriar situações familiares oferecem muitas possibilidades de jogo simbólico. Na Wanifun, a Boneca Rose permite criar situações de cuidado, enquanto o Piquenique dos Gatinhos permite preparar e partilhar uma refeição imaginária.

Que brinquedos escolher para uma criança que se cansa rapidamente dos brinquedos?

Pode valer a pena procurar brinquedos que possam ser retomados de formas diferentes. Os Blocos de Construção Safari permitem criar novas combinações em cada utilização. A Boneca Rose e o Piquenique dos Gatinhos permitem inventar novas histórias e situações. Também pode ser útil não disponibilizar todos os brinquedos ao mesmo tempo.

É melhor ter muitos brinquedos disponíveis?

Mais brinquedos disponíveis ao mesmo tempo não significam necessariamente uma brincadeira mais rica. Estudos com crianças pequenas encontraram períodos mais longos de exploração e de atenção conjunta quando havia menos brinquedos disponíveis. A quantidade ideal não é universal, mas uma seleção mais pequena e uma rotação ao longo do tempo podem tornar o ambiente de brincadeira mais simples e convidativo. [4] [5]

Uma criança que muda constantemente de brinquedo tem défice de atenção?

Não é possível concluir isso apenas pela forma como brinca. A atenção deve ser compreendida observando o comportamento da criança em diferentes situações e contextos. Se existirem preocupações persistentes no dia a dia, pode ser importante discuti-las com um profissional qualificado.

Os brinquedos Montessori são melhores para a atenção?

Não existe evidência que permita afirmar que um brinquedo é melhor para a atenção apenas porque é apresentado como “Montessori”. É mais útil analisar a atividade concreta, a adequação à idade e aquilo que a criança é convidada a fazer. O Kit Montessori da Omy, por exemplo, inclui atividades relacionadas com rotinas, associações e sequências.

Em resumo: o que procurar num brinquedo quando a criança se aborrece facilmente?

Olhe primeiro para a qualidade da experiência e não apenas para o tempo que a criança passa com o brinquedo.

Procure perceber se a proposta é adequada à idade, corresponde aos interesses da criança, apresenta um nível de dificuldade possível e lhe dá espaço para construir, imaginar, enfiar, organizar, experimentar ou descobrir.

Um brinquedo tende a oferecer mais possibilidades quando a criança consegue voltar a ele e fazer algo diferente, criar uma nova combinação, repetir um desafio, inventar outra história ou explorar uma utilização que ainda não tinha experimentado.

Encontre um brinquedo que faça sentido para a forma como a sua criança gosta de brincar

Na Wanifun pode explorar brinquedos educativos por idade, interesses e competências, desde construção e motricidade fina até imaginação, linguagem, planeamento, atenção e jogo simbólico.

Explorar brinquedos da Wanifun

Referências científicas

  1. Poli, F., Meyer, M., Mars, R. B., & Hunnius, S. (2025). Exploration in 4-year-old children is guided by learning progress and novelty. Child Development, 96(1), 192–202. Consultar estudo
  2. Cankaya, O., Rohatyn-Martin, N., Leach, J., Taylor, K., & Bulut, O. (2023). Preschool Children’s Loose Parts Play and the Relationship to Cognitive Development: A Review of the Literature. Journal of Intelligence, 11(8), 151. Consultar revisão
  3. Muir, R. A., Howard, S. J., & Kervin, L. (2023). Interventions and Approaches Targeting Early Self-Regulation or Executive Functioning in Preschools: A Systematic Review. Educational Psychology Review, 35, 27. Consultar revisão sistemática
  4. Dauch, C., Imwalle, M., Ocasio, B., & Metz, A. E. (2018). The influence of the number of toys in the environment on toddlers' play. Infant Behavior and Development, 50, 78–87. Consultar estudo
  5. Koşkulu, S., Küntay, A. C., Liszkowski, U., & Uzundağ, B. A. (2021). Number and type of toys affect joint attention of mothers and infants. Infant Behavior and Development, 64, 101589. Consultar estudo
  6. Ruff, H. A., & Capozzoli, M. C. (2003). Development of attention and distractibility in the first 4 years of life. Developmental Psychology, 39(5), 877–890. Consultar estudo
  7. Wass, S. V., Clackson, K., Georgieva, S. D., Brightman, L., Nutbrown, R., & Leong, V. (2018). Infants' visual sustained attention is higher during joint play than solo play: is this due to increased endogenous attention control or exogenous stimulus capture? Developmental Science, 21(6), e12667. Consultar estudo

Voltar

Relacionados